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Série 3 · Estudo 64

O Dom de Profecia na Igreja Remanescente

A Palavra e a Divindade

IA IMPORTÂNCIA DO DOM DE PROFECIA

2 Cr 20:20

Pv 29:18

Am 3:7

1 Co 12:10, 1 Co 12:28

IIA COMUNICAÇÃO DE DEUS COM O HOMEM NO PRINCÍPIO

aAntes do pecado havia comunicação direta entre Deus e o homem: Gn 3:8 .

CSP 26. “Outrora o homem andava com Deus no Éden. De face descoberta contemplava a glória do Senhor e falava com Deus, Cristo e os anjos no Paraíso, sem o atenuante véu de permeio. O homem caiu de sua retidão moral e inocência, e foi expulso do jardim da árvore da vida e da visível presença do Senhor e de Seus santos anjos.” —The Spirit of Prophecy (Introdução), de Ellen G. White, vol. 1, pág. 7.

b — Após o pecado Deus comunicou-Se com o homem através dos profetas: Gn 3:23-24; Is 59:2; Nm 12:6 .

IIIDEUS TEM FALADO POR MEIO DOS PROFETAS

Jd 14; Gn 20:7; Gn 49; Gn 50:24; Dt 34:10

Ex 15:20; Jz 4:4; 2 Rs 22:14; Lc 2:36

Mt 11:9-11; Lc 2:36

IVO DOM DE PROFECIA NA IGREJA CRISTÃ PRIMITIVA

At 3:20-25; Jo 4:19 — Cristo

At 15:32 — Judas e Silas

At 21:10 — Ágabo

At 21:9 — As quatro filhas de Filipe

Os apóstolos Paulo, João, Pedro, Tiago e outros

VO DOM DE PROFECIA REMOVIDO POR CAUSA DA APOSTASIA

2 Ts 2:3-4; Dn 7:25; Lm 2:9; Pv 29:18; Mt 5:17; Mt 7:12; Mt 22:40

Sl 74:9; Mq 3:6

VIA RESTAURAÇÃO DO DOM DE PROFECIA NOS ÚLTIMOS DIAS

Jl 2:28-32

Ap 2:6, Ap 2:14-17; Ap 19:10

1 Co 1:5-7

Jo 16:13

VIIO CHAMADO DIVINO PARA O EXERCÍCIO DO DOM PROFÉTICO NO TEMPO DO FIM

Am 7:14-15

a — Guilherme Foy

HNI 194. “Em janeiro de 1842, Guilherme Foy, batista de Boston, recebeu uma visão em que via os remidos da Terra conduzidos às glórias do Céu. Sendo que não lhe foi ordenado comunicar a visão a outros, guardou silêncio, se bem que se sentisse obrigado a falar. O resultado de sua desobediência, como ele próprio o considerou, foi a depressão e a dúvida. Em fevereiro, teve visão semelhante, com a ordem positiva de comunicá-la. Três dias mais tarde, depois de uma luta contra seu desejo de não falar, relatou a visão a uma congregação de Boston.

“Depois de viajar longamente apresentando sua mensagem, Foy recebeu uma terceira visão, pouco antes da decepção. Foram-lhe apresentadas coisas novas, mostrando-lhe três plataformas que indicavam uma terceira fase da mensagem de Deus para aquela época. Sua firme convicção de que Jesus viria imediatamente, impediu-o de ter clara compreensão da visão. Interrompeu seu trabalho público. Alguns meses mais tarde, em uma reunião pública, quando Ellen Harmon estava relatando sua primeira visão, Foy pôs-se de pé e explicou em voz alta que essa visão era a mesma que ele havia tido. Pouco depois morreu.”

b — Hazen Foss

DP 89-92. “Exatamente antes do desapontamento de 22 de outubro de 1844, Deus deu uma visão a um jovem que estava ligado ao movimento naquele tempo. Seu nome era Hazen Foss. Vivia em Portland, no Estado de Maine, Estados Unidos. Era fervoroso crente na mensagem de que Cristo viria em 22 de outubro. Era ele bem apessoado, de boa educação, mas excessivamente tímido.

“O Espírito de Deus veio sobre este jovem crente e deu-lhe uma mensagem concernente ao futuro do povo adventista e quanto às provas por que deviam passar ainda. Foi incumbido de dar certas mensagens de advertência ao povo. Foi-lhe também permitido ver seu próprio futuro se não cumprisse o dever de levar avante a obra para que estava comissionado.

“Em sua visão contemplou uma vasta plataforma, sobre a qual estava grande multidão de gente — o povo adventista. Então este povo passou para uma segunda plataforma, um tanto mais alta que a primeira. Finalmente passaram para a outra plataforma ainda, e esta se estendia até às portas da cidade santa. Os que subiam a esta plataforma juntavam-se a grande número de pessoas, e quando já estavam sobre ela dirigiam-se para o reino de Deus e nele entravam.

“O Sr. Foss não compreendeu esta parte da visão. Esperava que o Senhor Jesus viesse dentro de breve tempo, logo depois de terem sido dadas a primeira e segunda mensagens angélicas. Esta visão, compreendida mais tarde, revelou que uma terceira mensagem deveria seguir as outras, e que de sobre a plataforma dessa mensagem é que os crentes haveriam de ser tomados para entrar no reino.

“Por esta mesma visão o Sr. Foss foi comissionado a tornar conhecidas a seus correligionários as informações e instruções que recebeu por este meio.

“Tendo visto na visão as dificuldades que deveria suportar se aceitasse o encargo que Deus lhe dava, e sendo orgulhoso e tímido ao mesmo tempo, recuou diante das censuras que sabia ter de sofrer se relatasse o que havia visto. Teve oportunidade de apresentar sua experiência nas reuniões dos crentes, mas não o fez.

“Então a visão lhe foi dada novamente, e nesta ocasião claramente lhe foi dito que se se recusasse a apresentar aos crentes estas instruções divinas, este dom espiritual lhe seria tirado e conferido a outra pessoa, a mais fraca entre os filhos do Senhor, uma pessoa que haveria de ser fiel no cumprimento da missão que o Senhor lhe desse.

“Ainda que desejasse fazer a vontade de Deus, o Sr. Foss permitiu que seu orgulho e timidez prevalecessem. Não falou aos irmãos acerca da revelação que recebera. Então o Senhor lhe falou pela terceira vez, dizendo-lhe que já estava isento da responsabilidade, porque agora já havia sido posta sobre outra pessoa — ‘a mais fraca entre as fracas’ — a qual seria fiel em cumprir a vontade do Senhor.

“Aterrado pelo pensamento da possibilidade de ter sido abandonado pelo Senhor, o jovem decidiu que não haveria de permitir que seus temores por mais tempo o impedissem de fazer a vontade de seu Senhor. Desta maneira convocou uma reunião de irmãos. Todos atenderam ao convite e se reuniram.

“Relatou sua experiência e disse-lhes que o Senhor o havia incumbido de lhes transmitir as instruções acerca da visão que recebera. Falou-lhes de como havia sido rebelde, recusando fazer o que o Senhor dele esperava. Falou-lhes também da advertência que recebera quanto ao resultado de recusar cumprir seu dever, e de como ainda hesitava. Relatou a terceira experiência, o fato de estar então livre de sua responsabilidade e disse como isto o induziu a relatar a visão. ‘E agora’, continuou ele, ‘desejo contar-vos o que o Senhor me mostrou e o que Ele quer que vos relate’.

“Abriu a boca para falar, mas não pode pronunciar palavra. De seus olhos partiu uma expressão de surpresa e terror. Extremamente angustiado e aterrado, clamou finalmente: ‘Não me posso lembrar da visão. Ela se foi de mim.’ Torcendo as mãos em sua intensa aflição, continuou, dizendo: ‘O Senhor fez como prometeu: tirou de mim a visão.’ Depois se precipitou para fora, gritando: ‘Sou um homem perdido!’

“Depois disto o Sr. Foss ainda viveu perto de cinqüenta anos, mas nunca mais assistiu a uma só reunião dos adventistas do sétimo dia nem manifestou interesse por assuntos religiosos. Isto bem patenteia o fato de Se ter Deus afastado dele.”

c — Ellen Gould Harmon

DP 92. “Entre os crentes havia uma jovem de dezessete anos de idade, por nome Ellen G. Harmon. Havia aceitado as doutrinas dos adventistas alguns anos antes, por meio das pregações de Guilherme Miller; contudo, fora cristã fervorosa desde sua meninice.”

DP 92-94. “Foi a esta débil menina cristã que o Senhor determinou revelar-Se e por meio dela restaurar o dom de profecia ao povo remanescente. Em dezembro de 1844, achava-se a Srta. Harmon na casa de uma senhora crente — a Sra. Haines — em Portland, Estado de Maine, Estados Unidos. De manhã, cinco senhoras se ajoelharam juntas naquela casa para o culto familiar. Cada uma delas orou, e por fim a Srta. Harmon começou também a orar, podendo apenas sussurrar as palavras, tão fraca estava. De repente, quando ainda estava no meio da oração, o poder de Deus veio sobre ela de tal maneira que as demais pessoas presentes chegaram a senti-Lo, do mesmo modo que os companheiros de Paulo em caminho de Damasco ( At 9:7 ), e os servos de Daniel ( Dn 10:7 ). Dentro de um momento, aquela débil, fraca menina foi levada em sua primeira visão, deixando de perceber completamente tudo que se passava em torno.

“Na seguinte reunião de crentes em Portland ela relatou o que havia visto em visão. Mais tarde escreveu a visão. São estas as suas palavras: ‘Enquanto orávamos, o poder de Deus me sobreveio, como nunca o havia sentido antes. Estava cercada de luz, e parecia achar-me subindo mais e mais alto da Terra. Voltei-me para ver o povo do advento no mundo, mas não o pude achar, quando uma voz me disse: ‘Olha novamente, e olha um pouco mais para cima.’ Com isto levantei os olhos e vi um caminho reto e estreito, levantado em um lugar alto sobre o mundo. Neste caminho o povo do advento estava a viajar para a cidade que se achava na sua extremidade mais afastada. Tinham uma luz brilhante colocada por trás deles no começo do caminho, a qual um anjo me disse ser o ‘clamor da meia-noite’. Esta luz brilhava ao longo do caminho todo, e proporcionava luz aos seus pés, para que assim não tropeçassem. Se conservavam seus olhares fixos em Jesus, que Se achava precisamente diante deles, guiando-os à cidade, estavam seguros. Mas logo alguns ficaram cansados, e disseram que a cidade estava muito longe e esperavam nela ter entrado antes. Então Jesus os animava, levantando Seu glorioso braço direito; e de Seu braço vinha uma luz que ondeava sobre o povo do advento, e eles clamavam: ‘Aleluia!’ Outros, temerariamente, negavam a existência da luz atrás deles e diziam que não tinha sido Deus que os havia guiado tão longe. A luz atrás deles desapareceu, deixando seus pés em completas trevas. Tropeçaram e perderam de vista o sinal e Jesus, e caíram do caminho para baixo, no tenebroso e ímpio mundo. Logo ouvimos a voz de Deus, semelhante a muitas águas, a qual nos deu o dia e a hora da vinda de Jesus. Os santos vivos, em número de 144.000, conheceram e compreenderam a voz, ao passo que os ímpios julgaram que fosse um trovão ou terremoto. Quando Deus declarou o tempo, derramou sobre nós o Espírito Santo, e nossos rostos começaram a resplandecer e brilhar com a glória de Deus, como o fazia o de Moisés quando desceu do Monte Sinai.” VE 58,59; PE 13-15.

VIIICOMO IDENTIFICAR O VERDADEIRO PROFETA

1 — Cumprem-se suas profecias: Dt 18:21-22 .

2 — Vive dignamente: Jr 23:14-16; Mt 7:15-16 .

3 — Respeita a Lei de Deus: Dt 13:1-3; Lm 2:9 .

4 — Honra o santo Sábado: Ez 22:25-28 .

5 — Crê e prega a inconsciência dos mortos: Dt 18:10-12; Is 8:19; Ec 9:5-6 .

6 — Confessa a humanidade de Cristo: 1 Jo 4:1-3 .

7 — Exalta a Palavra de Deus (Velho e Novo Testamentos): 2 Tm 3:16; Ap 22:18-19 .

IXATITUDES DO VERDADEIRO PROFETA EM VISÃO

Nm 24:3-4, Nm 24:16

Dn 10:16

CSP 122-124. “Para os adventistas do sétimo dia em particular e o mundo em geral, os setenta anos de trabalho de Ellen G. White têm produzido tantos resultados de várias espécies, que ela e sua obra podem ser apreciadas e julgadas só por seus frutos. Não era assim em 1844 e nos anos que se seguiram. Necessitava-se então de provas tão incomuns, tão específicas que prendessem a atenção, produzissem convicção e fizessem com que homens e mulheres cressem nela e em suas revelações.

“Os fenômenos físicos, tais como são descritos na Bíblia relativamente a profetas, sonhos e visões, forneciam essa prova. São descritos em Dn 10:16 e Dn 10:19; Nm 24:3-4; 2 Sm 23:2; 2 Cr 12:2-4. A única pergunta que nos interessa aqui, é: Dava Ellen G. White na verdade prova desses indícios no domínio dos fenômenos físicos?

“Poucos — se é que algum — dos que ora lêem estas palavras, podem dar testemunho pessoal de haverem-na visto em visão, quando dava evidências de tais manifestações físicas. O máximo e o melhor que nos é possível fazer é aceitar a palavra ou testemunho dos que tiveram esse conhecimento em primeira mão. Isto temos em abundância da parte de homens cuja veracidade e honra estão além de qualquer dúvida.

“A descrição dos fenômenos físicos que acompanhavam as visões da Sra. White, a qual nos foi dada por G. I. Butler, presidente da Associação Geral, em 1874, representa esse testemunho:

“ ‘Tudo quanto pedimos é que o povo seja razoável. Estamos preparados para apoiar com centenas de fiéis testemunhas vivas tudo quanto reivindicamos no que respeita aos fatos da própria manifestação, pois isto não se fez em um recanto. Por cerca de trinta anos passados estas visões têm sido dadas com maior ou menor freqüência, sendo testemunhadas por muitos, muitas vezes por descrentes da mesma maneira que pelos que nelas criam. Em geral, mas não sempre, elas ocorrem em meio de fervorosos períodos de interesse religioso, quando o Espírito de Deus Se acha presente de modo especial, como o podem atestar os que a elas assistiam. O tempo que a Sra. White permanece nesse estado, tem variado de quinze minutos a três horas. Durante esse tempo, o coração e o pulso continuam a bater, os olhos estão sempre bem abertos, parecendo fitar um objeto muito distante, e nunca fixos em qualquer pessoa ou coisa no aposento. Estão sempre voltados para cima. Tem expressão agradável. Não há olhar espantado nem qualquer aparência de desmaio. Pode-se aproximar de repente a mais brilhante luz de seus olhos, ou fingir que se atira alguma coisa dentro deles, sem que haja nunca o mais leve pestanejar ou mudança de expressão por causa disto; e leva por vezes horas e mesmo dias para ela recuperar sua vista natural, depois de sair desse estado. Ela diz que lhe parece que volta a um mundo escuro, e todavia sua vista não é de modo algum danificada por suas visões.

“ ‘Enquanto está em visão, cessa de todo o movimento respiratório. Nenhuma respiração escapa por suas narinas ou lábios quando nesse estado. Isto tem sido provado por muitas testemunhas, entre as quais médicos competentes, eles próprios incrédulos quanto às visões, em ocasiões indicadas por uma congregação pública para esse fim. Tem-se demonstrado muitas vezes apertando-lhe bem as narinas e a boca com a mão, e pondo um espelho diante delas de maneira que qualquer escape da umidade da respiração seria verificado. Nesse estado ela fala muitas vezes palavras e breves sentenças, e todavia não há o mínimo escape de ar. Ao passar ela a este estado, não há aparência de desfalecimento nem desmaio, as faces conservam a cor natural, e o sangue circula como de ordinário. Com freqüência perde temporariamente as forças e se reclina ou senta, mas de outras vezes, fica de pé. Move graciosamente os braços, e o rosto se ilumina muitas vezes com uma irradiação como se a glória do Céu sobre ela repousasse. Ela está inteiramente inconsciente de tudo o que se passa ao seu redor, enquanto em visão, não tendo qualquer conhecimento do que se diz ou faz em sua presença. Uma pessoa pode beliscá-la e fazer coisas que lhe causariam grande e repentina dor em seu estado normal, e ela não o denotará pelo mais leve tremor.

“ ‘Não há nenhum dos desagradáveis trejeitos ou contorções que acompanham de ordinário os médiuns espíritas, porém sua própria aparência, calma digna e impressiva, enche o observador de reverência e solenidade. Não há nada de fanático em sua aparência. Quando sai desse estado, fala e escreve de quando em quando o que viu enquanto em visão; e o caráter sobrenatural dessas visões se vê ainda mais claramente no que ela revela por essa maneira, do que em sua aparência e condição enquanto nas visões, pois muitas coisas têm sido assim relatadas, que impossível lhe seria saber de qualquer outro modo.’ ” —The Review and Herald, 9 de julho de 1874, pág. 201.

CSP 59, 60. “A manifestação de tal fenômeno na igreja era de molde a produzir uma variedade de reações. Alguns acreditavam e aceitavam. Outros zombavam e escarneciam. Um deles, o Dr. Brow, de Parkville, Michigan, médico espírita, disse que ele podia controlar a Sra. White em visão, caso tivesse um dia oportunidade.

“Esta oportunidade veio um dia inesperadamente em um Sábado, no dia 12 de janeiro de 1861, quando o pastor e a Sra. White assistiram pela primeira vez à reunião do culto naquele lugar. Ao fim de seu sermão naquele Sábado, a irmã White foi tomada em visão. Imediatamente alguém pensou no Dr. Brown e em suas jactâncias. Ele foi convidado a ir e examiná-la. Isto ele fez sem nenhuma hesitação.

“Uma testemunha ocular narra o que aconteceu:

“ ‘Antes de ele haver chegado à metade do exame, voltou-se mortalmente pálido e tremendo como uma folha. O pastor White disse: ‘Quer o doutor declarar a condição dela?’ Ele respondeu: ‘Ela não respira’, e dirigiu-se rapidamente para a porta. Os que ali se achavam, e sabiam de suas jactâncias, disseram: ‘Volte e faça o que o senhor disse que haveria de fazer. Tire essa mulher da visão’. Em grande agitação ele segurou a maçaneta da porta, mas não lhe permitiram abri-la, enquanto os que estavam perto da porta fizeram indagações: ‘Doutor, que é?’ Ele respondeu: ‘Só Deus o sabe. Deixem-me sair desta casa’. E saiu.’ ” —The Great Second Advent Movement, pág. 211.

XNOSSA ATITUDE PARA COM OS TESTEMUNHOS

2 Cr 20:20; Ne 9:30, Ne 9:34; At 26:27-28; Ef 4:11-13

1TS 330. “A fé e o amor são áureos tesouros, elementos de que há grande carência entre o povo de Deus. Foi-me mostrado que a incredulidade nos Testemunhos de advertência, animação e reprovação, está afugentando a luz do povo de Deus. A incredulidade fecha-lhes os olhos, de modo que se acham ignorantes de sua verdadeira condição.”

1TS 328. “Muitos se apegam a suas dúvidas e a seus pecados acariciados, enquanto se encontram em tão grande engano, que dizem e sentem que não necessitam de nada. Pensam que não é necessário o testemunho do Espírito de Deus em reprovação, ou que não se refere a eles. Esses estão na maior necessidade da graça de Deus e de discernimento espiritual, para que descubram sua deficiência no conhecimento das coisas do espírito.”

1TS 329, 330. “Foi-me mostrado que a maior causa de o povo de Deus se achar agora nesse estado de cegueira espiritual, é o não receberem a correção. Muitos têm desprezado as reprovações e advertências que lhes foram feitas. A Testemunha Verdadeira condena o estado morno do povo de Deus, o qual dá a Satanás grande poder sobre eles, neste tempo de espera e vigilância. Os egoístas, os orgulhosos e os amantes do pecado são sempre assaltados por dúvidas. Satanás tem a habilidade de sugerir dúvidas e suscitar objeções aos incisivos Testemunhos enviados por Deus, e muitos julgam ser uma virtude, um sinal de inteligência de sua parte, ser incrédulos, questionar e sofismar. Os que desejam duvidar terão suficiente margem para isto. Deus não Se propõe remover toda ocasião para a incredulidade. Ele dá provas que devem ser cuidadosamente investigadas com espírito humilde e dócil, e todos devem decidir em face do peso da evidência.”

2TS 291. “Os livros do ‘Espírito de Profecia’ e também os ‘Testemunhos’, devem ser introduzidos em toda família observadora do Sábado, e os irmãos devem conhecer-lhes o valor e ser impelidos a lê-los. Não foi o plano mais sábio reduzir tanto o preço desses livros, e ter em cada igreja somente uma coleção deles. Devem figurar na biblioteca de cada família, e ser lidos e relidos. Coloquem-se onde possam ser lidos por muitas pessoas.”

EF 153, 154. “Uma coisa é certa: Os adventistas do sétimo dia que se colocam sob o estandarte de Satanás abandonarão primeiro sua fé nas advertências e repreensões contidas nos Testemunhos do Espírito de Deus.” 3ME 84 (1903).

“O derradeiro engano de Satanás será anular o testemunho do Espírito de Deus. ‘Não havendo profecia, o povo se corrompe’ [no inglês, ‘o povo perece’] Pv 29:18 . Satanás operará habilmente de várias maneiras e por diferentes instrumentalidades, para perturbar a confiança do povo remanescente de Deus no verdadeiro testemunho.” 1 ME 48 (1890).

“O inimigo tem envidado seus magistrais esforços para abalar a fé de nosso próprio povo nos Testemunhos. ... Isto é exatamente como Satanás tencionava que fosse, e os que têm preparado o caminho para o povo não dar atenção às advertências e repreensões dos Testemunhos do Espírito de Deus, verão surgir uma torrente de erros de toda espécie.” 3ME 83 (1890).

“O plano de Satanás é enfraquecer a fé do povo de Deus nos Testemunhos. Em seguida vem o cepticismo no tocante aos pontos vitais de nossa fé, as colunas de nossa posição, depois as dúvidas acerca das Escrituras Sagradas, e então a caminhada descendente para a perdição. Quando os Testemunhos, nos quais se acreditava anteriormente, são postos em dúvida e rejeitados, Satanás sabe que as pessoas enganadas não pararão aí; e ele redobra os seus esforços até lançá-las em rebelião aberta, que se torne irremediável e termine em destruição.” 4T 211.

2TS 286. “Ou Deus está ensinando a Sua igreja, reprovando os seus erros e fortalecendo a sua fé, ou não está. Esta obra é de Deus ou não o é. Deus nada faz de parceria com Satanás. Minha obra... ou traz o cunho de Deus ou o cunho do maligno. Não há meio termo neste caso. Ou os Testemunhos procedem do Espírito de Deus ou do diabo.”

SC 38, 39. “Encho-me de tristeza quando penso em nossa condição como um povo. O Senhor não nos cerrou o Céu, mas nosso próprio procedimento de constante apostasia nos separou de Deus. O orgulho, a cobiça e o amor do mundo têm habitado no coração, sem temor de ser banidos ou condenados. Pecados graves e presunçosos têm habitado entre nós. E no entanto, a opinião geral é que a igreja está florescendo, e que paz e prosperidade espiritual se encontram em todas as suas fronteiras. A igreja deixou de seguir a Cristo, seu Guia, e está constantemente retrocedendo rumo do Egito. Todavia, poucos ficam alarmados ou atônitos com sua falta de poder espiritual. Dúvidas e mesmo descrença dos Testemunhos do Espírito de Deus estão levedando nossas igrejas por toda parte. Satanás assim o deseja.”

XI“CREDE NOS SEUS PROFETAS E SEREIS BEM SUCEDIDOS”

Ed 5:2

Os 12:13

Mq 6:4

2 Cr 20:20

Os 6:3; SC 253Mt 28:19; At 5:42

CADA UM EM BUSCA DE MAIS UM

Jo 1:40-45; SC 118Dn 12:3; 2 TS 264