Série 3 · Estudo 53
Por Quê, Quando e Como Surgiu o Movimento de Reforma
IA CONSERVAÇÃO DOS MARCOS ANTIGOS
2 TS 372. “Nenhuma mudança deverá efetuar-se nos traços gerais de nossa obra. Deve permanecer clara e distinta como foi criada pela profecia. Não nos compete entrar em aliança com o mundo, supondo com isto poder levar a melhor. Se alguém cruzar o caminho a fim de embaraçar o passo à obra nas linhas que Deus lhe traçou, incorrerá no desagrado divino. Nenhum traço da verdade que tornou o povo adventista do sétimo dia o que ele é, deve ser apagado. Temos antigos marcos da verdade, da experiência e do dever, e cumpre-nos defender firmemente nossos princípios em face do mundo.”
OE 307. “Que ninguém busque derribar os fundamentos de nossa fé. Os fundamentos que, mediante estudo da Palavra feito com oração, e por meio da revelação, foram postos no princípio de nossa obra. Sobre esses fundamentos temos estado a construir por mais de cinqüenta anos.”
O Movimento de Reforma não é um sistema moderno de adventismo, porém um povo que luta e se esforça honestamente para continuar nas veredas antigas, com a determinação de permanecer na plataforma original da verdade.
Este movimento não veio à existência por vontade do homem. Não tem um fundador humano. Deus o trouxe à existência para cumprir um programa reformatório antes da vinda de Cristo.
IIALGUMAS RAZÕES PARA A EXISTÊNCIA DO MOVIMENTO DE REFORMA
Is 1:2-4, Is 1:21; Jr 2:13, Jr 2:11, Jr 2:19; Jr 8:5
3 TS 514. “Igreja Adventista do Sétimo Dia, apostasia e volta ao mundo.”
| 3 TS 254. “Como se fez prostituta a cidade fiel! A casa de meu Pai é feita casa de venda, um lugar de onde partiram a presença e glória divinas! Por este motivo é que há fraqueza e falta de força. A menos que se arrependa e converta, a igreja que agora está a levedar-se com sua apostasia, comerá do fruto de seus próprios atos, até que se aborreça a si mesma.” |
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SC 38. “O Senhor não nos cerrou o Céu, mas nosso próprio procedimento de constante apostasia nos separou de Deus.”
1873 NÃO HONRAVAM A LUZ DA REFORMA DE SAÚDE
CRA 378, 379. “A igreja de Battle Creek, em geral não tem apoiado o Instituto com seu exemplo. Não tem honrado a luz da reforma de saúde, seguindo-a em sua família. A doença que tem visitado muitas famílias em Battle Creek não necessitava sobrevir, houvessem eles seguido a luz que Deus lhes dera. Como o antigo Israel, eles não deram atenção à luz, e não podiam ver mais necessidade de restringir o apetite do que o fez aquele povo. Os filhos de Israel queriam carne, e disseram, como dizem muitos hoje em dia: sem carne, morreremos.”
CRA 408. “Temos estado a voltar para o Egito em vez de avançar para Canaã. Não inverteremos a ordem das coisas? Não teremos comida simples e sã em nossa mesa?”
CSS 495. “Precisamos compreender que Deus está no movimento da reforma de saúde.”
1881 A MODA NA IGREJA ADVENTISTA
1 TS 600. “A obediência à moda está penetrando nossas igrejas adventistas do sétimo dia e fazendo mais que qualquer outro poder para separar nosso povo de Deus. Foi-me mostrado que as regras de nossa igreja são muito deficientes. Todas as manifestações de orgulho no vestuário, proibidas na Palavra de Deus, devem ser motivo suficiente para disciplina na igreja.”
2 ME 477. “Nessa moda de vestuário foi invertida a ordem de Deus, e desrespeitadas Suas direções especiais. Dt 22:5 : ‘A mulher não usará roupa de homem, nem o homem veste peculiar a mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor teu Deus.’ Esta moda de vestuário Deus não deseja que Seu povo adote. Não é traje modesto, e absolutamente não se adapta a mulheres modestas e humildes que professam ser seguidoras de Cristo. As proibições de Deus são consideradas levianamente por todos os que advogam a remoção da diferença de vestuário entre homens e mulheres.”
1888 REJEIÇÃO DA MENSAGEM DE REFORMA
TM 401. “Houve um tempo em que este trabalho se tornou necessário, porque nosso próprio povo se opôs à obra de Deus, recusando a luz da verdade sobre a justiça de Cristo pela fé.”
TM 402. “O poder do Espírito Santo se tem grandemente manifestado em Battle Creek, o grande coração da obra, para ser comunicado aos que estão nos caminhos e valados, a fim de que a multidão desses seres humanos sob a influência do pecado e da morte possam ser reformados e renovados pelo poder do Espírito, mas ao chegar a luz aos que estão no centro da obra, não têm eles sabido como tratá-la.”
MDPA 1:11. “Vi que Jones e Waggoner correspondiam a Josué e Calebe. Como os filhos de Israel apedrejaram os espias com pedras literais, vós apedrejastes estes irmãos com as pedras do sarcasmo e do escárnio.”
1 ME 234, 235. A Assembléia da Conferência Geral de 1888 rejeitou a mensagem.
TM 79, 80. “Eles começaram essa satânica obra em Mineápolis.”
1901 NA CONFERÊNCIA GERAL DE 1901 REJEITARAM O PEDIDO PARA A REFORMA
8 T 97, 98. “Na Conferência Geral realizada em Battle Creek, em 1901, Deus mostrou ao Seu povo a evidência de que Ele estava pedindo uma reforma... Se os corações endurecidos se tivessem então quebrantado em arrependimento diante de Deus, ter-se-ia visto uma das maiores manifestações do poder de Deus que jamais se viu. Mas Deus foi desonrado.” (TNV 32).
1902 DOIS GRANDES INCÊNDIOS EM INSTITUIÇÕES ADVENTISTAS EM CONSEQÜÊNCIA DA APOSTASIA
8 T 102. “Quando foi destruído o Sanatório de Battle Creek, Cristo Se entregou a Si mesmo para salvar a vida de homens e mulheres. Na destruição do Edifício da Review and Herald, com a salvação de vidas, Deus lhes está dirigindo um segundo apelo.” (TNV 33); 3 TS 252.
Ômega 24. “Dentro de um devastador ano as duas maiores instituições da Igreja Adventista do Sétimo Dia tinham desaparecido na fumaça, e o comandante Weeks, do Corpo de Bombeiros de Battle Creek, resumiu tudo tão bem como outro não poderia ter feito: ‘Há alguma coisa estranha com os incêndios dos ASD, em que a água despejada age como gasolina’. (Citado em uma carta de B. P. Fairchild a A. L. White, 4 de dezembro de 1965). Por semanas uma sinistra lembrança pairou sobre Battle Creek, tornando impossível esquecer o que tinha acontecido. Durante o incêndio uma grande pilha de carvão havia pegado fogo. Ela permaneceu queimando até fevereiro, produzindo uma coluna de fumaça que, simplesmente, fazia lembrar a advertência de Ellen White: ‘A menos que haja uma reforma, calamidade surpreenderá a casa publicadora, e o mundo conhecerá a razão.’ (Testimonies, vol. 8, pág. 96).”
8 T 231. “Depois que recebi a notícia com respeito à excelente reunião de confissão e unificação realizada em Battle Creek, eu estava escrevendo no meu diário, e estava para registrar a gratidão que eu sentia pela mudança ocorrida, quando minha mão foi detida e me foram dirigidas as palavras: ‘Não escrevas. Não foi feita nenhuma mudança para melhor’.” (1903) (TNV 33).
1909 NA ASSEMBLÉIA GERAL, EM 1909, REJEITARAM O APELO PARA UMA REFORMA
2 ME 400, 401. “Durante a Assembléia da Associação Geral de 1909 devia haver sido feita, no coração dos que a ela assistiram, uma obra que não foi realizada. Deviam haver sido consagradas horas ao exame de coração, as quais haveriam levado ao quebrantamento do inculto solo do coração daqueles que se achavam ali reunidos. Isto lhes haveria dado visão para compreender a obra tão essencial a ser feita por eles em arrependimento e confissão. Mas, se bem que fossem dadas oportunidades para confissão de pecados, para sincero arrependimento, e para decidida reforma, não foi feita obra cabal.”
EF 45. “Faz alguns anos que eu considerava a Associação Geral como a voz de Deus. Isso, de esses homens se encontrarem num lugar sagrado, para serem como a voz de Deus ao povo, conforme antes acreditávamos ser a Associação Geral, é algo que já passou.”
TNV 30, 31. “A mesma obra que foi feita no passado continuará sendo realizada sob o disfarce da Associação da Conferência Geral. O caráter sagrado dessa Associação está desaparecendo rapidamente. Depois, o que ainda haverá para ser respeitado como puro, santo e não corrompido? Haverá alguma voz que o povo de Deus possa considerar como devendo ser respeitada? Atualmente, é certo que não há mais nada que porte as credenciais divinas... Quem pode, agora, estar certo de que há segurança em respeitar a voz da Associação da Conferência Geral? Se o povo nas nossas igrejas compreendesse a administração dos homens que caminham na luz das faíscas de sua própria criação, respeitariam eles as decisões desses homens? Minha resposta é: Não, nem mesmo por um momento. A mim me foi mostrado que o povo em geral não sabe que o coração da obra está em processo de adoecimento e corrupção em Battle Creek.” —Special Testimonies, The Work at Battle Creek, 31 de maio de 1896.
TM 359
IIIA CRISE DE 1914-1918 E O MOVIMENTO DE REFORMA
TM 515. “Fiquei profundamente impressionada pelas cenas que recentemente passaram diante de mim, à noite. Parecia existir um grande MOVIMENTO — um trabalho de reavivamento — em ação em vários lugares.”
TM 514. “Necessitam-se agora homens de compreensão clara. Deus está apelando para os que desejam deixar-se guiar pelo Espírito Santo num trabalho de completa REFORMA. Vejo uma crise diante de nós, e o Senhor roga aos Seus obreiros que se ponham a postos.”
MM 77: 200. “À medida que aumentam as provações ao nosso redor, ver-se-á em nossas fileiras tanto separação como unidade. Muitos que agora estão dispostos a empunhar as armas da peleja, em tempos de real perigo tornarão manifesto que não edificaram sobre a sólida rocha; eles cederão à tentação. Os que tiveram grande luz e preciosos privilégios, mas não os aproveitaram, sairão de nós, sob um pretexto ou outro. Não tendo recebido o amor da verdade, serão apanhados nos embustes do inimigo; darão ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, e apostatarão da fé.” (6T 400, 401).
GC 608. “Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando do seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos.”
MDPA 11:29. “No começo da guerra dividiu-se nossa igreja em dois partidos. Noventa e oito por cento de nossos membros chegaram, pelo estudo da Bíblia, à convicção de que a consciência manda defender a pátria com armas, também no Sábado. Esta opinião, apoiada por todos os membros da diretoria, foi imediatamente comunicada ao Ministério da Guerra. Dois por cento, porém, não concordaram com esta decisão, sendo por fim excluídos por motivo de seu comportamento indigno de um cristão.” —Dresdner Neueste Nachrichten, 12 de abril de 1918.
Declaração do Jornal Stuttgarter, Alemanha
MDPA 11:30. “Ao princípio da guerra havia alguns membros, como também os há noutros lugares, os quais não queriam participar dos serviços de guerra, já por sua falta de espírito de união, já por fanatismo. Estes começaram a espalhar seus escrúpulos na congregação, verbalmente e por escrito, visando induzir outros a fazer o mesmo. Foram exortados pela igreja, porém, devido a sua obstinação, tiveram de ser expulsos, pois que se tornaram uma ameaça à paz interna e externa.” —Stuttgarter Neues Tageblatt, 26 de setembro de 1918.
PE 13; VE 43, 44
SEGUE-ME: 239. “Origem das igrejas: Adventistas do 7º Dia (1860); Reformistas (1914).”
IVENCONTRO DE FRIEDENSAU EM 1920
MDPA 13:17. “No Colégio Missionário de Friedensau, da Igreja ASD, na Alemanha, foi realizado um encontro de 21 a 23 de julho de 1920... Estavam presentes 51 representantes das comissões de diferentes uniões (as três Uniões alemãs, Holanda, Checoslováquia, Polônia e Hungria); mais 16 representantes da minoria excluída... (e) quatro representantes da Conferência Geral: Artur G. Daniells (Presidente), L.H. Cristian, F.M. Wilcox e M. E. Kern.”
Os reformistas apresentaram quatro perguntas para as quais solicitaram respostas.
PRIMEIRA PERGUNTA:
PDMO 15. “Que posição toma a Conferência Geral em face da resolução que a direção alemã tomou desde o ano de 1914 acerca do 4º e do 6º mandamentos?
Resposta do Presidente da Conferência Geral, A. G. Daniells:
PDMO 59, 60. “Assim que eclodiu a guerra na Europa, estudamos cuidadosamente este assunto na América do Norte. Tínhamos uma grande vantagem sobre vós. A guerra vos surpreendeu, por assim dizer, da noite para o dia. Surpreendeu-vos com tal rapidez que tínheis de agir, de fazer algo. Não era possível esperar um só dia, porém, nós lá tivemos dois anos para pesquisar o assunto, antes de ocorrer a guerra. Tínhamos, portanto, a esse respeito, uma grande vantagem sobre vós, o que nos capacitou a assumir uma posição tomada com reflexão. Entretanto, depois de examinar cuidadosamente o assunto, verificamos que este nos confundia muito.”
PDMO 61-63. “Adotamos essa resolução, a saber: que cada qual devia agir na questão de acordo com sua consciência. Houve outros irmãos que não foram tão longe. Ao serem chamados iam ao acampamento (quartel). Ao chegar ali se negavam a vestir o uniforme. Trabalhavam, mas se negavam a vestir a farda porque isso era contrário a sua convicção. Em vista disso também foram presos e castigados. Houve outros que tomaram parte em tudo, até nos exercícios militares; só se recusaram a receber o fuzil quando lho quiseram dar. Tomavam um cabo de vassoura ou algum outro pau e assim faziam os exercícios. Tal era sua consciência e seu conceito de ser ‘não combatente’.
“Logo houve outros irmãos que foram mais longe, portavam as armas e realizavam todos os exercícios militares e todos os exercícios do acampamento que podiam, mas disseram aos oficiais que eram não-combatentes e que não podiam ir à frente da batalha. Já expusemos todas as idéias e os diversos passos do conceito de ‘não-combatente’. Logo houve alguns irmãos que tinham o espírito de amor à pátria e foram ao ‘fronte’ e lutaram, chegaram à Inglaterra e à França, foram às trincheiras e não sei o que fizeram lá. Mas prestaram o serviço e voltaram quando se assinou o armistício. Qual foi nossa atitude a respeito de nossos irmãos no que se refere às diversas formas de proceder? Dissemos que não queremos ser consciência para os demais. Definimos nossa atitude declarando ser ‘não-combatentes’.
“Não víamos necessidade de ir à guerra. Deploramos a guerra e somos contrários a ela. Devemos, no entanto, conceder a cada cidadão o privilégio de adotar uma atitude que esteja de acordo com sua consciência em relação ao governo. Nenhuma dessas pessoas foi excluída de nossa igreja. Nenhuma foi tratada como se não fosse cristã. Nossos irmãos mantiveram o espírito da liberdade, o espírito do amor, da tolerância e da misericórdia.”
PDMO 64. “Embora não tenhamos limites definidos e normas precisas com referência à posição a respeito do governo, deve-se deixar a cada um agir segundo o ditame de sua própria consciência. Os irmãos da América do Norte representaram o mesmo ponto de vista, moderado e tolerante, tal como o aceitaram nossos irmãos da Europa.”
Estava correta esta resposta? ( Dt 12:8, Dt 12:28; Pv 14:12 ).
GC 495. “Visto serem de natureza santa, insistia (Lúcifer) em que os anjos obedecessem aos ditames de sua própria vontade. Procurou arregimentar as simpatias a seu favor, propalando que Deus o tratara injustamente ao conferir honra suprema a Cristo. Alegava que, anelando o maior poder e honra, não pretendia a exaltação própria, mas procurava conseguir liberdade para todos os habitantes do Céu, a fim de por este meio poderem alcançar condição mais elevada de existência.”
GC 499. “Reiterou sua pretensão de que os anjos não necessitam ser dirigidos, mas que deveriam ser deixados a seguir sua própria vontade, que sempre os conduziria corretamente. Denunciou os estatutos divinos como restrição à sua liberdade, declarando ser de seu intento conseguir a abolição da Lei; que, livres dessas restrições, as hostes do Céu poderiam entrar em condições de existência mais elevada, mais gloriosa.”
GC 500. “O mesmo espírito que produziu a rebelião no Céu, ainda inspira rebelião na Terra. Satanás tem continuado, com os homens, o mesmo estratagema que adotou em relação aos anjos. Seu espírito ora reina nos filhos da desobediência. Semelhantes a ele, procuram romper as restrições da Lei de Deus, prometendo liberdade aos homens por meio da transgressão dos preceitos da mesma.”
PP 680. “Deus não deu aos homens liberdade para se afastarem de Seus mandados.”
A resposta do Presidente: “Ponto de vista moderado e tolerante” autoriza a apostasia em todo o mundo:
MDPA 13:22. “Nós, a União Romena dos Adventistas do Sétimo Dia, informamos que o ponto de vista bíblico relacionado ao serviço militar e à convocação para pegar em armas, é que esse é um dever imposto pelo Estado, a quem Deus outorgou a devida autoridade, de acordo com 1 Pedro 2:13-14; Romanos 13:4-5 . A mesma posição foi também assumida pela comissão da Conferência Geral, em sua reunião de novembro de 1915, e aplica-se aos diferentes países do mundo... Tivemos casos em que irmãos na Alemanha perguntaram: ‘Que havemos de fazer na guerra?’ Respondeu-se-lhes: ‘Permanecei fiéis a Deus, mas fazei o que todo o mundo faz.’ ... Onde ninguém podia pedir permissão para guardar dias santos seria ridículo da parte dos irmãos pedir licença para guardar o Sábado!” —Curierul Misionar (periódico da IASD na Romênia) número 3, 1916.
SEGUNDA PERGUNTA:
PDMO 16. “Que provas há de que não seguimos a regra bíblica para com os irmãos?”
PDMO 73-76. Na resposta desencorajadora nenhuma prova foi apresentada.
MDPA 13:24. Os dois por cento não queriam abandonar a igreja e fundar outra. Eles foram excluídos.
GC 608. “Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos.”
TERCEIRA PERGUNTA:
PDMO 16. “Qual a posição atual da Associação Geral... com referencia aos Testemunhos... são inspirados por Deus ou não? ... Temos de continuar proclamando a reforma de saúde (que ela nos trouxe) como o braço direito da mensagem ou não?”
O Presidente responde:
PDMO 77. “... a Conferência Geral nos últimos cinqüenta anos não mudou sua posição em relação aos Testemunhos.”
Lendo o que segue fica difícil compreender essa resposta.
2 Rs 17:15; 2 Cr 36:16; Mt 23:29-31 .
SC 39. “Dúvidas e mesmo descrença dos testemunhos do Espírito de Deus estão levedando nossas igrejas por toda parte. Satanás assim o deseja.”
MDPA 13:25. “Conradi... (Presidente da Divisão Européia e vice-presidente da Conferência Geral) procurava mais e mais solapar e por fim combater mais acirradamente o Espírito de Profecia... Onde viveu, trabalhou e viajou, espalhou sutilmente a semente da descrença e da dúvida quanto à inspiração divina do Espírito de Profecia.” —Movement of Destiny (Movimento do Destino), L. E. Froom, pág. 677 (publicado pela Review and Herald Publishing Association).
Resposta da segunda parte da terceira pergunta:
PDMO 76. “Irmãos, nossa posição com referência à reforma de saúde é hoje a mesma de antes.”
A resposta não combina com os Testemunhos:
9 T 153. “Muitos têm apostatado de sua primitiva lealdade aos princípios da reforma de saúde.”
3 TS 360. “Porventura os ministros do Evangelho, que estão a proclamar a verdade mais solene já enviada aos mortais, devem constituir-se exemplo no regresso às panelas de carne do Egito?”
MDPA 13:27. “Mas se os membros da igreja não fizerem a parte que Deus lhes designou, o movimento da reforma de saúde irá avante sem eles e se verá que Deus removeu de seu lugar o castiçal deles.” MS 78.
SC 153. “Em seu trabalho, devem levar sempre consigo alguns livros sobre saúde, pois a reforma de saúde é o braço direito da mensagem.”
SC 134. “O braço direito do corpo da verdade deve estar constantemente ativo, trabalhando incessantemente, e Deus o fortalecerá.”
CRA 408. “Temos estado a voltar para o Egito em vez de avançar para Canaã.”
CRA 402. “Andem nossos ministros e colportores sob a bandeira da estrita temperança. Nunca vos envergonheis de dizer: ‘Não, obrigado; não como carne.’ ”
QUARTA PERGUNTA:
PDMO 16. “É a nossa mensagem de Apocalipse 14:6-12 nacional ou internacional?”
Resposta:
PDMO 79, 80. “Irmãos, na verdade este não é um problema de discussão para a igreja. Se cremos alguma coisa, então cremos que esta é uma mensagem de alcance mundial, para toda tribo e língua.”
É de fato verdadeira esta resposta?
MDPA 13:27. “Se isso fosse verdade, então o espírito nacionalista nunca teria sido acariciado pela Igreja ASD em nenhum lugar, e, por conseguinte, a atitude tomada pelos líderes na Alemanha estava errada.”
Considerem-se, a seguir, as declarações de adventistas de diferentes países:
MDPA 13:27-28 . “ ‘Nossos líderes têm até esta data permitido que o dinheiro excedente da igreja seja usado para empréstimo de guerra, na firme esperança de que com a ajuda de Deus a Alemanha saia vitoriosa desta luta.’ (Dresdner Neueste Nachrichten, 12 de abril de 1918). E o espírito nacionalista jamais foi erradicado do povo ASD, como pode ser provado. Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto adventistas alemães escreveram: ‘A Alemanha deve subsistir... A fé na pátria está crescendo... Marchemos!’ (SDA-Calendar, November 9, 1941, publicado na Alemanha), os adventistas russos afirmaram: ‘Com todas as nossas forças estamos ajudando a apressar o dia da vitória final sobre os inimigos’(Botschafter nº 1, January 1, 1943, publicação ASD em alemão, nos Estados Unidos). Os adventistas americanos encorajaram seus membros nos Estados Unidos: ‘Para a vitória dos Estados Unidos comprem selos e bônus de guerra.’ (Idem). E os adventistas australianos declararam que, ‘se a Austrália fosse invadida, eles guerreariam até o último homem em defesa de seu país’ (declaração feita pelo presidente da Igreja ASD na Austrália —Smith’s Weekly, 25/01/1941, publicado na Austrália).”
Como podemos perceber, essa atitude não pode representar uma irmandade cristã internacional (Gálatas 3:28).
1 TS 334. Um problema local passado por alto leva o desagrado de Deus sobre todo o povo.
VA CONFERÊNCIA GERAL DE 1922 EM SÃO FRANCISCO
MDPA 13:29. “Antes que fossem dados os passos necessários para uma organização definitiva, sentimos ser ainda nosso dever seguir a regra bíblica e apresentar nosso caso à delegação da Conferência Geral. Por essa razão enviamos, em 1922, nossos representantes à Conferência Geral realizada em São Francisco, naquele ano. O Presidente, ancião Daniells, recusou permitir que nossos delegados apresentassem o caso diante da assembléia e, por isso não tivemos outra alternativa a não ser organizar-nos separadamente, de maneira definitiva, para levar avante a obra do Evangelho, exaltando o estandarte e apresentando a verdade direta.”
MDPA 29. “Após recusarem-se a reconhecer a verdadeira obra de reavivamento e reforma que foi iniciada na igreja, e com o fim de anular a influência que o Movimento de Reforma estava exercendo sobre muitos membros da igreja, os líderes ASD fizeram uma tentativa de introduzir um reavivamento e reforma nas próprias fileiras da denominação.”
Recomendação feita aos delegados reunidos na Conferência Geral de 1922:
MDPA 29, 30. “Extraímos de uma recomendação feita diante dos delegados reunidos na Conferência Geral em 1922:
“Uma das recomendações sinto ser tão importante, tão vital, que desejo chamá-la de um apelo. Ei-la: Que durante o próximo quadriênio um esforço supremo seja feito para promover um grande reavivamento e reforma espiritual em todas as nossas igrejas através do mundo... Se cada um dos líderes responsáveis pela causa de Deus for o primeiro de todos a alcançar essa experiência espiritual e trabalhar por outros da maneira apontada por Deus, uma maravilhosa reforma será efetuada em nossas fileiras. E, irmãos, essa reforma deve ser levada a efeito, ou estaremos condenados com o restante da humanidade. Não podemos sobreviver sem ela.” —Boletim da CG, 1922, pág. 16.
VIORGANIZAÇÃO DO MOVIMENTO DE REFORMA EM 1925
MDPA 13:30, 31. “Em uma sessão de delegados representando quatro Uniões, realizada em Gotha, Alemanha, de 14 a 20 de julho de 1925, o Movimento de Reforma foi organizado, pela primeira vez oficialmente, como uma Conferência Geral, quando os ‘Princípios de Fé e Organização da Igreja’ foram delineados e adotado o nome de ‘Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma’.”
MDPA 13:32. “O Movimento de Reforma tem membros em muitas partes da Europa, especialmente nos países sob restrições, em diferentes países da África; nos países da Oceânia; em vários lugares na Ásia; em quase todos os países da América (Norte Central e Sul).”
| Os 6:3; SC 253 | Mt 28:19; At 5:42 |
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CADA UM EM BUSCA DE MAIS UM
| Jo 1:40-45; SC 118 | Dn 12:3; 2 TS 264 |
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